— Empresa
Olhamos para o que a linha produz, quadro a quadro.
A Orbanica aplica visão de máquina a pontos de inspeção industrial onde o olho humano já está sobrecarregado ou onde a variabilidade do julgamento é um problema documentado.
← Voltar ao Início— Nossa história
Como a Orbanica surgiu
A Orbanica nasceu de uma observação simples: a maioria dos projetos de visão de máquina para inspeção industrial falha não por limitação técnica, mas porque a pergunta de viabilidade nunca foi respondida de forma séria antes do investimento em hardware e desenvolvimento.
Fundada em Campinas em 2019, a empresa começou com um único serviço — a visita técnica de avaliação de viabilidade — e foi expandindo à medida que as plantas com avaliação positiva precisavam do passo seguinte.
Hoje os engajamentos da Orbanica cobrem três momentos distintos do ciclo de implantação: a avaliação inicial, a construção do protótipo e a definição estruturada das classes de defeito. Cada um tem escopo, prazo e entregáveis definidos antes do início.
A decisão de manter a operação concentrada em Campinas e região — em vez de escalar para atendimento remoto ou nacional — é deliberada. Inspeção por visão de máquina exige presença física: iluminação, montagem, ritmo real da linha. Não é possível especificar câmeras a partir de fotos enviadas por e-mail.
A empresa não revende hardware nem mantém contratos de manutenção perpétuos. O modelo de negócio é baseado em engajamentos de escopo fixo. O cliente sabe, antes de assinar, o que vai receber e quando.
Nossa missão é estreita por escolha: responder, com honestidade técnica, se a visão de máquina resolve o problema que o cliente tem na linha — e construir o protótipo que comprova isso quando a resposta é afirmativa.
— Equipe
As pessoas que fazem as visitas
Rafael Ferreira
Engenheiro de Visão
Responsável pelas avaliações de viabilidade e pela especificação de hardware. Trabalhou em automação industrial antes de se concentrar em sistemas de inspeção por câmera.
Luciana Campos
Cientista de Dados de Imagem
Conduz o treinamento de modelos e os períodos de sombra. Tem experiência em conjuntos de dados de imagem industrial e na documentação de falsos positivos e negativos.
Marcos Souza
Especialista em Qualidade Industrial
Lidera as sessões de definição de classes de defeito com as equipes de qualidade das plantas. Tem histórico em sistemas de qualidade e inspeção visual humana em manufatura.
— Padrões de trabalho
Como conduzimos cada engajamento
Escopo escrito antes do início
Todo engajamento começa com um documento de escopo que o cliente aprova. O que será feito, o que será entregue e o prazo estão definidos antes de qualquer visita à planta.
Coleta de imagens na linha real
Imagens são coletadas na linha de produção do cliente, sob as condições reais de iluminação e velocidade. Imagens de banco de dados externo não são usadas como substituto.
Período de sombra documentado
O protótipo funciona em paralelo com a inspeção manual por duas semanas. Concordâncias e discordâncias são registradas com o mesmo rigor. O relatório final apresenta os dois lados.
Falsos positivos com peso igual
Onde o sistema rejeitou peças boas é documentado com o mesmo destaque que onde acertou. O cliente recebe a informação completa para tomar a decisão de implantação.
Dados permanecem com o cliente
Conjuntos de imagens, modelos treinados e documentação técnica são transferidos integralmente ao cliente ao final de cada engajamento. Não mantemos cópias sem autorização explícita.
Handover com a equipe da planta
Ao término do protótipo, realizamos uma sessão de transferência de conhecimento com os operadores e o pessoal de qualidade. O sistema não fica como caixa preta.
— Expertise
Visão de máquina aplicada à inspeção industrial em Campinas
A inspeção visual em linhas de manufatura enfrenta um problema estrutural: inspetores humanos são precisos quando descansados, quando o critério de defeito está bem definido e quando o volume de peças é compatível com a atenção sustentada. Nenhuma dessas condições é estável ao longo de um turno de oito horas.
Sistemas de visão de máquina operam de forma estável no mesmo ponto de inspeção por períodos prolongados, mas impõem exigências próprias: iluminação controlada, apresentação previsível das peças, velocidade de linha compatível com o tempo de exposição da câmera. A avaliação de viabilidade existe para verificar se essas condições estão presentes ou podem ser criadas a um custo razoável.
A Orbanica concentra sua atuação em três etapas que precedem ou iniciam a implantação: verificar se o ponto é adequado, construir e validar um protótipo funcional, e estabelecer com rigor o que conta como defeito para cada classe. Essas etapas são distintas e podem ser contratadas separadamente.
O trabalho é realizado em plantas industriais na região de Campinas e cidades próximas no interior de São Paulo. A proximidade geográfica é parte da metodologia: acompanhar o comportamento real da linha ao longo de dias exige presença, não acesso remoto.
— Próxima etapa
Converse com nossa equipe
Descreva o seu ponto de inspeção e a classe de defeito que você quer identificar. A conversa inicial não tem custo.
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